Estratégia

Por que escolhemos LATAM, Europa e China antes de IPO

Por que escolhemos LATAM, Europa e China antes de IPO

A maioria dos manuais sugere o caminho inverso: consolide no mercado local, abra capital, depois internacionalize com o caixa do IPO. Nós escolhemos o caminho contrário — e foi a decisão mais importante da última década.

Internacionalizar antes de captar nos obrigou a fazer algo que muitas holdings brasileiras evitam: estressar a operação. Quando você precisa atender um cliente em Xangai com o mesmo padrão de São Paulo, todas as fragilidades de processo aparecem. Você não pode mais esconder atrás da proximidade cultural.

Começamos pela América Latina em 2018, depois Portugal e Espanha em 2021, e finalmente China em 2023. Cada mercado nos forçou a evoluir aspectos diferentes do grupo. LATAM nos ensinou a operar em escala. Europa exigiu sofisticação regulatória. China demandou velocidade.

Hoje, com presença ativa em quatro continentes, conseguimos ofertar aos nossos clientes algo que poucas holdings brasileiras conseguem: atendimento multilíngue 24/7 com governança consistente. Para clientes B2B globais, isso não é diferencial — é pré-requisito.

Para empreendedores considerando o caminho da internacionalização, nosso aprendizado central é simples: se a estrutura aguenta um cliente fora do seu fuso horário cultural, ela aguenta qualquer coisa. Se não aguenta, melhor descobrir antes do IPO do que depois.