A indústria, líder no segmento, contratou o IPO há mais de um ano quando a diligência da firma de auditoria externa pausou o processo. Controles internos de TI e suprimentos estavam abaixo do padrão exigido por reguladores e investidores institucionais.
Assumimos o programa de auditoria interna em janeiro com objetivo claro: deixar a empresa pronta para janela do segundo semestre. Mapeamos 240 controles críticos, classificamos por risco e priorizamos os 184 que estavam em não conformidade.
Em 9 meses, todas as não conformidades materiais foram remediadas. A trilha documental — evidências, planos de ação, datas de fechamento — foi entregue aos auditores externos em formato auditável, encurtando o ciclo da diligência seguinte de meses para semanas.
Mais importante que o IPO: a empresa saiu do programa com governança permanente. O comitê de auditoria interno hoje é uma estrutura recorrente, não evento. Os controles que evitaram bloqueio de IPO agora evitam fraude operacional cotidiana.

